A euforia com o sinal verde dado pelos mexicanos para a compra de arroz brasileiro, como antecipou ontem a coluna, se justifica pelo peso desse mercado nas importações.
É o segundo maior comprador do cereal no continente americano. Há um potencial enorme: em média, o México adquire de outros países entre 600 mil e 700 mil toneladas por ano do produto.
É importante porque é um país novo, que tem potencial de compra e valoriza a qualidade do produto brasileiro.
Para a Federarroz, o potencial brasileiro de venda para os mexicanos seria 150 mil e 200 mil toneladas, e um mercado muito grande que está aberto, munda toda a conjuntura.
O Rio Grande do Sul responde por mais 70% do volume nacional e exporta cerca de 15% da produção.
O México é um país dependente da importação.Supre 85% da demanda interna com arroz comprado de outros países. Essa aquisição vinha sendo concentrada nos Estados Unidos, mas nós últimos anos, estão buscando diversificar.
O Brasil vende arroz para 116 países. É considerado um exportador recente iniciou os embarques em 2005 e vem conquistando mercados pela qualidade.
E é esse diferencial do produto brasileiro e gaúcho.
Existe demanda por arroz brasileiro em função da qualidade.
Com México aberto, o país e o Rio Grande do Sul miram agora novos alvos de venda para o produto: Cina, Nigéria e Rússia.
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