A cadeia produtiva do leite se
reunirá na próxima segunda-feira, 19 de outubro, a partir das 14
horas, para debater sobre os programas Leite Saudável e Mais Leite Saudável,
iniciativas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com apoio do
Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR). O encontro acontecerá na
Superintendência Federal da Agricultura em Santa Catarina.
Participarão representantes do
MAPA, Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Receita Federal, Banco do
Brasil – Gerência de Agronegócio, Secretaria de Estado da Agricultura e da
Pesca, Cidasc, Epagri, SC-Rural, Alesc – Comissão de Agricultura, FAESC, SENAR,
Fetaesc, Fiesc – Câmara Setorial do Leite e Câmara da Indústria, Sindileite,
Ocesc, Fecam, Tirol, Coopercentral Aurora Alimentos, Piracanjuba, Terra Viva e
BRF.
De acordo com o superintendente
Federal de Agricultura no Estado de Santa Catarina, Jacir Massi, a programação
prevê primeiramente apresentação do programa Leite Saudável e, posteriormente,
a divisão em dois grupos de trabalho. O primeiro grupo será formado por
representantes da Divisão de Política, Produção e Desenvolvimento Agropecuário
(DPDAG); da Coordenação da Produção Integrada da Cadeia Pecuária (CPIP), do
Senar e da Secretaria da Agricultura para discutir sobre a execução dos
convênios firmados entre o MAPA e o SENAR. O segundo grupo integrará o MAPA,
Secretaria de Agricultura e representantes do setor para discutir sobre
créditos presumidos de PIS/COFINS. Na terça-feira (20), pela manhã, ocorrerá
reunião entre o MAPA e a Secretaria de Agricultura para o alinhamento das
políticas públicas federais e estaduais.
PROGRAMAS
O programa Leite Saudável visa melhorar a qualidade do leite brasileiro, a partir da assistência técnica nas propriedades, com gestão eficiente, melhoramento genético dos animais e ampliação da competitividade do setor lácteo, com previsão de investir R$ 387 milhões até 2019.
O programa Leite Saudável visa melhorar a qualidade do leite brasileiro, a partir da assistência técnica nas propriedades, com gestão eficiente, melhoramento genético dos animais e ampliação da competitividade do setor lácteo, com previsão de investir R$ 387 milhões até 2019.
A assistência técnica gerencial
do Senar trabalha de forma sistêmica em cinco passos para que a propriedade
rural produza mais e melhor: diagnóstico produtivo individualizado;
planejamento estratégico; adequação tecnológica; capacitação profissional
complementar e avaliação sistemática de resultados. De acordo com o presidente
do Conselho Administrativo do Senar/SC e presidente da FAESC, José Zeferino
Pedrozo, “as ações estarão voltadas a promover a expansão de todos os elos da
cadeia produtiva do leite, com a melhoria da qualidade do produto e a ampliação
da competividade do setor. Ao contrário da suinocultura e da avicultura, que
estão ligados à agroindústria, com a produção de leite, o produtor é o único
dono do seu próprio negócio. A atividade gera uma renda mensal às famílias e a
produção de leite é uma vocação do Estado”,
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