terça-feira, 28 de março de 2017

Trajeto Oneroso

O ano será de supersafra e também de superfretes. O custo de levar o grão produzido até o porto de Rio Grande crescerá na casa de dois dígitos, mostra levantamento da Farsul.
É um aumento muito grande, nada subiu 26%, e houve queda nos preços das commodities - pontua Antônio da Luz economista chefe do Sistema Farsul.
O presidente das Empresas de Transporte de Carga e Logística, diz qye diversos fatores oneraram a atividade. O roubo de cargas, a má conservação da estradas, que gera custo adicional de manutenção, e os pedágios mais caros.
Com a recessão, as empresas foram reduzindo, segurando as tarifas, só que chegaram em um momento em que não têm mais como segurar.
A Farsul defende mudança estrutural, que envolva outros modais. O estado já teve sistemas hidroviário e ferroviário como grandes opções,  mas que hoje estão em um plano de coadjuvantes - afirma Fábio Avancini, diretor da entidade do Sistema Farsul.   

Carne

A semana começou de um jeito diferente para a indústria de proteína animal do Estado. A decisão da China de retomar as compras do produto brasileiro mantendo a restrição apenas para as 21 plantas sob investigação teve duplo efeito.
O primeiro foi de alívio, já que os chineses são grandes compradores de carne, sobretudo de aves.Segundo, de expectativa, uma vez de Hong Kong, poderá seguir outro importante importador, poerá seguir os mesmos passos e levantar a suspensão.

BR 116

Durante a convenção estadual do PMDB, no último sábado, em Porto Alegre, o presidente da Azonasul, o  Prefeito de Jaguarão e o Secretário de Desenvolvimento Econômico, encontraram-se com Eliseu Padilha, Ministro chefe da Casa Civil.
Encaminhado o pedido de audiência entre lideranças da Zona Sul com o presidente Temer para discutir a liberação de recursos visando a retomada das obras da BR 116.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Hora da colheita

Os resultados que vêm sendo obtidos nas lavouras de soja alimentam as projeções de uma produção ainda maior do que as 16,8 milhões de toneladas previstas pela Emater.
Na sexta-feira, foi aberta oficialmente a colheita do grão, a expectativa é positiva, porque está se consolidando a supersafra. O grande receio dos produtores é em relação á rentabilidade.
A alta dos custos e a queda nos preços faz a preocupação ter sentido. Estudo da Farsul mostra que o ganho diminuiu entre 20% e 22%.
Em relação á produção, o clima tem colaborado com a as lavouras. A colheita chega a 22% da área total, sendo a Emater. 

sexta-feira, 24 de março de 2017

Fiscais Sob Ameaça

Tiros, telefonemas e até mesmo ficar trancados em uma câmara fria de um frigorífico são algumas das ameaças que vêm sofrendo fiscais agropecuários do Estado.
A situação preocupa a Afagro, que tem registrado ocorrência e acionado o Ministério Público. A maioria dos casos envolve profissionais que atuam no serviço de inspeção nas indústrias e também mulheres.
Há um bom tempo os colegas são ameaçados, mas depois do último concurso, com mais fiscais atuando, se tornou mais comum.
Nos últimos quatro meses, foram três casos envolvendo mulheres. O mais grave foi o de uma fiscal que teve o carro atingido por disparos de arma de fogo.
Quando o caso ocorre dentro do estabelecimento, fica mais fácil para o Ministério Público atuar.

A oportunidade que se abre com o México

A euforia com o sinal verde dado pelos mexicanos para a compra de arroz brasileiro, como antecipou ontem a coluna, se justifica pelo peso desse mercado nas importações.
É o segundo maior comprador do cereal no continente americano. Há um potencial enorme: em média, o México adquire de outros países entre 600 mil e 700 mil toneladas por ano do produto.
É importante porque é um país novo, que tem potencial de compra e valoriza a qualidade do produto brasileiro.
Para a Federarroz, o potencial brasileiro de venda para os mexicanos seria 150 mil e 200 mil toneladas, e um mercado muito grande que está aberto, munda toda a conjuntura.
O Rio Grande do Sul responde por mais 70% do volume nacional e exporta cerca de 15% da produção.
O México é um país dependente da importação.Supre 85% da demanda interna com arroz comprado de outros países. Essa aquisição vinha sendo concentrada nos Estados Unidos, mas nós últimos anos, estão buscando diversificar.
O Brasil vende arroz para 116 países. É considerado um exportador recente iniciou os embarques em 2005 e vem conquistando mercados pela qualidade.
E é esse diferencial do produto brasileiro e gaúcho.
Existe demanda por arroz brasileiro em função da qualidade.
Com México aberto, o país e o Rio Grande do Sul miram agora novos alvos de venda para o produto: Cina, Nigéria e Rússia.
 

terça-feira, 21 de março de 2017

Telefones Úteis

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