Paralisados há duas semanas, por interdição do Ministério do Trabalho, o terminal da Companhia Estadual de Silos e Armazéns (Cesa) em Rio Grande poderá comprometer o fluxo de exportação de arroz. A companhia é a principal armazenadora do produto no porto gaúcho.
Para voltar a funcionar, o terminal precisa de laudo técnico de análise de rrisco de explosão de pó do grão. O problema é o tempo que será preciso para fazer a licitação para contratação do serviço, podendo demorar até 90 dias.
Conseguimos liminar administrativa aa carregar o produto que estava armazenado vazia, não recemos mais nada, explica diretor da Cesa.
A preocupação é justificada pela importância da unidade para a companhia, o terminal portuário responde por mais de 60% do faturamento da Cesa, que ainda passa por dificuldade finaceiras.
Cada dia parado representa nais de prejuízo, o armazém tem capacidade para 52 mil toneladas e trabalha quase que exclusivamente com arroz. Neste ano, a unidade recebeu cerca de 1 milhão de toneladas do cereal, exportadas principalmente para países da Ásia e da África.
Sem poder armazenar o produto na Cesa, as trades estão buscando alternativas com terminais privados.Por muita sorte, os negócios com soja estão parados agora, possibilitando o recebimento de arroz em outros terminais.
Mas isso pode mudar a qualquer momento, diz presidente da Federarroz.
Segundo o dirigente, a interdição da unidade da Cesa em Rio Grande é muito negativa ao setor orizícola, pois sem ela é preciso disputar espaço com a soja nos terminais privados, impactando no planejamento comercial e nos negócios externo do produto.
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